30/03/2026
30/03/2026

A Federação Nacional dos Médicos realizou, nesta segunda-feira, assembleia com sindicatos médicos e profissionais vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares para discutir o Acordo Coletivo de Trabalho e a gratificação de docência.
O encontro ocorreu em meio a um cenário de mobilização nacional. Trabalhadores que atuam em hospitais universitários em diversos estados entraram em greve nesta segunda-feira. Entre as principais reivindicações da categoria estão o reajuste salarial, a reposição de perdas acumuladas, a concessão de cesta básica com auxílio-alimentação e melhorias nas cláusulas sociais dos contratos de trabalho.
Os médicos também estão se somando ao movimento e, durante a assembleia, foram definidas as seguintes decisões:
• Estado de assembleia permanente, para avaliação contínua das negociações e definição de novas medidas;
• Estado de greve, com possibilidade de deflagração em até 72 horas, a ser reavaliada na próxima terça-feira, considerando os desdobramentos da mediação em andamento no Tribunal Superior do Trabalho (TST);
Ainda nesta segunda-feira, ocorreu uma rodada de mediação no TST. A proposta apresentada pela Ebserh prevê reajuste correspondente a 80% do INPC, percentual que não atendeu às expectativas das lideranças sindicais.
Durante a reunião, o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, reposição total da inflação, inclusão da gratificação de preceptoria nas discussões do acordo coletivo, além de melhorias nas cláusulas sociais dos contratos de trabalho.
Uma nova assembleia foi convocada para esta terça-feira, às 19h, quando a categoria voltará a avaliar o andamento das negociações e os próximos passos do movimento.
Link da reunião: https://teams.microsoft.com/meet/2369149073041?p=5spN9o0kRT3qYUnQof