Precarização do trabalho médico: assédio, sobrecarga e adoecimento mental

Precarização do trabalho médico: assédio, sobrecarga e adoecimento mental

Precarização do trabalho médico: assédio, sobrecarga e adoecimento mental

A relação entre precarização do trabalho e adoecimento mental é cada vez mais manifesta. Terceirizações excessivas, jornadas longas, baixos salários, multiplos vínculos, sobrecarga, insegurança no emprego, ausência de direitos, colocam uma pressão insuportável sobre os profissionais. Um em cada quatro médicos no brasil tem carga horária superior a 50 horas semanais, um terço tem vínculos temporários. No mundo, segundo a OIT divulgou em 2026, 840 mil pessoas morrem por ano devido a riscos psicossociais ligados ao trabalho. Aproximadamente 15% da população mundial economicamente ativa já possui transtorno mental relacionado ao trabalho. A terceirização, a fragmentação de vínculos, o trabalho por demanda e a perda da estabilidade geram ansiedade, sofrimento psíquico, sensação de descartabilidade e perda da identidade profissional. O adoecimento psíquico pela precarização vem se tornando questão central da saúde pública mundial.

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